Parece ser tão fácil viver. Fácil seria se não existissem tantos obstáculos a ultrapassar. São sempre as mesmas perguntas. O que fazer? Para onde ir? Quem eu devo ouvir? Que horas posso parar de chorar? Para onde eu devo fugir?
Mas será que deixar o problema de lado é a melhor forma para solucioná-lo? Talvez não! De fato é mais fácil sair da frente da boiada do que enfrentá-la, mas às vezes é viável topar com os brutamontes, pois isso nos ajuda a crescer e seguir em frente.
Hoje, o maior dilema talvez seja a ideia de não conseguir me localizar. Será que eu sou útil em algumas coisas, em alguns lugares ou para algumas pessoas? Será que tenho Inteligência o suficiente para firmar tudo que aprendi em outro lugar?
Estou perdida, sem rumo, e a única opção que tenho é esperar. Mas esperar pelo pior ou rezar para que o pior fique longe, mesmo sabendo que ele está mais próximo do que qualquer outra coisa?
Ás vezes sinto-me como um buraco vazio que se enche de água e transborda de vez em quando com vontade de explodir e, na maioria dessas vezes ele se enche dos outros, mas isso já outro problema.
Desafios?
Sim, são muitos, mas estou disposta a enfrentá-los. Custe o que custar.

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