Uma nova idéia para os leitores assíduos de livros!
A jornalista Rebeca Ribeiro graduada na Faculdade Cásper Líbero, palestrou para estudantes da Faccamp, Rebeca foi jornalista do Jornal de Jundiaí de junho de 2005 até abril de 2008.
Rebeca frisa que o Jornalismo Literário necessita de uma dedicação maior sobre os detalhes do assunto, exige quase um bate papo com o entrevistado para que o jornalista entre no mundo do personagem, possibilitando expor mais características em seu texto, o que não seria necessário em outras matérias.
Utilizando técnicas de literatura no texto jornalístico, são matérias que geralmente duram mais, por conterem mais detalhes do fato dando ênfase para o lado que os leitores desconhecem. Salientando assim, o prazer pela leitura.
O Jornalismo Literário surgiu nos anos 60 nos Estados Unidos com o jornalista Truman Capote, que lendo um jornal notou uma notinha do brutal assassinato de uma família no interior de Kansas, nos Estados Unidos da América. Através de pesquisas, recolhimento de pistas e impressões escreveu o livro A Sangue Frio (1966), relatando desde a idéia inicial do crime até a condenação dos assassinos. Constituindo não só um documento, mas uma obra prima literária.
No Brasil, o Jornalismo Literário foi resgatado pelo jornalista Caco Barcellos com o Livro Rota 66. O livro fala sobre assassinatos de jovens pobres, mortos pela Polícia Militar de São Paulo.
Implantado no ano de 1994 no Correio Brasiliense, o Jornalismo Literário aumentou em cinco anos sua tiragem de 16 mil para 94 mil exemplares.
O Jornalismo Literário é uma maneira de cativar os leitores com outra técnica textual, um texto mais envolvente, com jeito e estilo de conto, e principalmente, baseando-se em fatos reais. Tornando assim, o jornalismo ético mais criativo.
Se apaixonem!
Boa Leitura!
Nenhum comentário:
Postar um comentário