segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Existe uma luz?

Ouvindo "The Hindu Times" eu dúvido da minha fé. A fé que diz que o ser humano deve ajudar seu próximo, a fé que crê e que confia em um futuro melhor. A fé que crê em uma nova história que somente nós poderemos escrever. Eu duvido da minha, pois essa nova história se modifica a cada dia, se complica, e me complica.

Eu tenho certeza que vim para cá com um propósito.
Eu tenho dignidade? Todos temos dignidade?
Eu estou cansada de ouvir desgraças, chega de bárbaries, chega de atrocidades. Eu não acredito mais no ser humando, em nenhum deles.
O mundo está perdido, e o que nos resta?

Será que existe alguma solução?

Inocentes morrem, e outros fogem.
Eles pagam, ou pelo menos um dia pagarão.

Olhando para o céu eu ainda posso ver as estrelas, elas ainda ouvem os meus murmúrios. Até o dia em que o céu se fechar de vez.

Aí eu te digo Victor, eu não quero nenhum Arcanjo meu aqui.

Isso não é nenhum tipo de profecia, só é o desabafo de uma estudante preocupada com a história que talves um dia ela tenha que relatar. É só mais um ser humando indignado que no meio de muitos, parece um nada.
É só mais alguém que pode gritar, um alguém que está sentindo a dor de perder a própria pátria.

Estarei de LUTO eternamente, pelas vítimas e pelas catástrofes que esses coitados insolentes causaram e ainda causarão.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

A New Year!

Ano Novo! Vida Nova!

E eu ainda não comecei a viver!

Esse post merece primeira pessoa.

Hoje foi um dia que me fez refletir sobre muitas coisas, sobre quais objetivos eu pretendo alcançar.

Uma pessoa muito importante me disse que é tempo de esperar, aguentar, e não ficar pensando em coisas negativas, afinal, é ano novo, e tudo tende a crescer, a melhorar e a mudar.

Ouvi dizer que para cada minuto que perdemos organizando as coisas, ganhamos uma hora.

Eu quero os bônus-hora que ganhei no ano passado, acho que mereço até setenta e cinco mil deles, afinal, me dediquei muito para melhorar a minha insanidade.
Passam-se os ano, passam-se os dias, as horas, e eu continuo a mesma... a mesma estranha pra mim, aquela criatura que adora fingir, que adora brincar, que adora zombar.

Que mais e mais nuvens venham tentar me derrubar, que apareçam mais e mais muros para que eu tenha que pular, e que apareçam mais e mais emboscadas, por que o que eu quero mesmo é fugir...

Eu quero fugir deles...